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quinta-feira, 5 de junho de 2014

"Neste curto e preciso texto, David Graeber lança a ideia de que a principal razão pela qual o capitalismo promoveu crescimento e diminuiu a desigualdade entre 1917 e 1975 é que, nesta época, o sistema 'enfrentava alguma concorrência' – basicamente, havia a União Soviética, movimentos revolucionários anticapitalistas espalhados pelo mundo e organizações trabalhistas fortes. Dali em diante, com o fim de qualquer ameaça política mais séria ao capitalismo, as coisas voltaram ao seu estado normal – isto é, a renda passou a ficar cada vez mais concentrada nas mãos de um 1% cada vez mais zero vírgula zero zero 1%. (...) 'O 1% não está a ponto de se auto-expropriar sozinho, mesmo se isso lhe for pedido com educação. E eles passaram os últimos 30 anos blindando a mídia e a política para garantir que ninguém o faça por meios eleitorais. Dado que ninguém em sã consciência quer ressuscitar algo como a União Soviética, não iremos ver nada como a social-democracia sendo criada para combatê-la. Se quisermos uma alternativa à estagnação, à pobreza e à devastação ecológica, teremos simplesmente de inventar um jeito de desligar a máquina e começar de novo.'" (Camila Pavanelli de Lorenzi, doutor(and)a em Psicologia Social)

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