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domingo, 9 de março de 2014
"Sim, sou guardião de um certo cinema poético, artístico, artesanal, que não está no mundo industrial. E no qual eu não quero entrar. Quero encarar a natureza humana e não industrial. Isso é algo que quero guardar. Nesse sentido, sou um guardião sim. Eu acho que a arte é um lugar da espiritualidade e não do divertimento. As minhas histórias, e as de outros cineastas, como o Rossellini e o Jean Eustache, procuram essa espiritualidade. É um erro reduzi-las ao entretenimento." (Bruno Dumont)
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