|
|
http://soundcloud.com/input_output |
:: trabalho artístico :: projeto musical input_output | desenhos | fotografia instagram | fotografia flickr | pesquisa de discos | pesquisa de filmes | programa podcast musical ::
:: catarses musicais inativas :: hotel | blanched | o restaurante | homem que não vive da glória do passado ::
:: no pé da página :: currículo | discografia ::
quinta-feira, 6 de março de 2014
“De acordo com o modo de pensar de Jung, todos os órgãos do nosso corpo - não só os relacionados com sexo e agressão - têm seus propósitos e motivações, alguns sujeitos a um controle consciente, outros, entretanto, não. Nossa consciência externamente orientada, endereçada às demandas do dia-a-dia, pode perder conexão com essas forças internas; e os mitos, segundo Jung, quando lidos corretamente, são os meios de trazer-nos de volta a esse contato. Eles estão nos falando, em linguagem figurada, dos poderes da psique que podem ser reconhecidos e integrados às nossas vidas, poderes que têm sido comuns ao espírito humano desde sempre. Dessa forma eles não têm sido - e podem jamais ser - abafados pelas descobertas da ciência, as quais se relacionam mais ao mundo externo do que às profundezas em que mergulhamos nos sonhos. Por meio de um diálogo conduzido com essas forças internas, nossos sonhos e um estudo dos mitos, podemos aprender a conhecer o ampliado horizonte do nosso mais profundo e sábio 'self'. E, de forma análoga, a sociedade que cuidar desses mitos e os mantiver vivos será nutrida com o mais sólido e rico estrato do espírito humano.” (Joseph Campbell)
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário