Eu vejo a Casa dos Artistas. Porque eu me interesso pela psicologia das pessoas, pelo modo como elas se relacionam, trocam energias, se sintonizam ou se repelem ou se toleram-suportam. Porque eu gosto de observar a beleza que há na diferença de cada um. Porque eu gosto de coisas que se tornam públicas, invasões de privacidade, essas coisas que agradam 100% dos não-hipócritas. Talvez porque seja um não-desligamento total da minha infância e adolescência de telespectador fanático, um não-desligamento total da droga que são os raios catódicos (como descobriu o Träsel). Porque eu gosto de ver os habitualmente mascarados terem que deixar totalmente pelados seus caráteres e personalidades. Por isso que eu queria ser amigo do Supla. Por isso e por outras coisas que eu vou detalhar melhor noutro texto. Eu vi TUDO da Casa dos Artistas 1, inclusive os ao-vivos que passaram por poucos dias, à tarde. Comecei a ver pela presença do Supla, pensando que ia ser divertido ele avacalhar com os outros. Mas a verdade foi outra, e os motivos tornaram-se outros para eu acompanhar até o fim, até o choro do fim. Eu vou ver a Casa dos Artistas 2. A partir de hoje, todos os dias, às 21h.
Ontem o Supla foi para o meio da platéia do Domingo Legal e começou a berrar. Será que até em momentos como esse as fãs histéricas da imagem-que-elas-criaram-a-partir-da-imagem-que-a-mídia-está-criando-do-Supla suspiram e soltam seus agudíssimos gritinhos?
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2002
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