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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2002

Agora estou com todas minhas coisas de infância em casa, depois de oito anos de separação. Elas moravam com as traças, os ratos e seus cocôs. Ontem ficamos crianças e fizemos uma festa com as coisas: Ferrorama, miniaturas de engradados de Coca-Cola e Minuano Limão, Super Trunfo e (seu antecessor) Super Coluna, Jogo da Operação, Vira-Monstro Vira-Herói, pinicas (bolinhas de gude, para os estrangeiros), coleção de moedas, cartinhas de amor, figurinhas e álbuns de figurinhas (campeonatos brasileiros, Batman, O Retorno De Jedi, Fofura, Impacto, Menudo, chocolate Surpresa, Ploc Monsters, da Elma Chips etc.), gibis (aventuras Marvel, Disney, turma da Mônica, Hanna Barbera), Aquaplay, Playmobil, pistola e parabela Estrela de espoletas Ringo, bombinhas (rojões), pino mágico, Echo Chain (o chaveirinho que responde a assobios e frêqüências agudas em geral), Rapa-Tudo, Transformers,(futebol de) botão etc. Em termos de brinquedos, eu fui uma criança de sorte; em termos de lembranças conservadas, eu sou um adulto de sorte.

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