Tem bolinhas de natal no aparelho de bater ponto... Não posso evitá-las! No natal passado, quando os vizinhos do prédio começaram a botar bolinhas, botas e charbas nas portas, eu e a Madi descobrimos uma utilidade para o recorte que havia sobrado na limpeza das papelamas: penduramos o Truman - true man, not the stupid Santa Claus - acenando, sorrindo, de mala na mão. Além de ser uma homenagem a esse ator sobrenatural que é o Jim Carrey e ao melhor filme que ele fez, depois de Man On The Moon, é também uma chacota aos natalinos que passam por ali e não entendem porque o rapaz está rindo para eles. É realmente lamentável existir festividade convencional não-autêntica. Como aniversário, natal, páscoa, ano novo, dia das mães, dos pais, das crianças, dos namorados, do amigo, do professor, do bispo e do caralho a quatro. Simplesmente não há um motivo em comemorações automáticas. Não existe dia fixo para se estar feliz, fazer festa ou dar presente. Mesmo porque calendário, anos, meses, dias, horas, minutos e segundos são convenções para facilitar algumas coisas (como eu já escrevi), não para se acreditar neles.
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