Sempre que eu passo na Ponte dos Açores eu olho as tartarugas na água. Elas me deixam mais feliz, porque eu vejo outra vida além da minha. Nos prédios, nos asfaltos, nos carros e nas pessoas eu não vejo. Elas nadam suavemente com as patinhas para frente e para trás. Às vezes põem a cabeça para fora, para cima, e olham para o céu ou para as nuvens. Mesmo quando saem da água e param no murinho que cerca a água delas ficam olhando para cima. Perto das poças onde as pombas, que têm olhos artificiais, bebem a mesma água com se banham.
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