Minha estréia na Blanched: comentários bem diferentes dos que eu recebera na Tom Bloch, na Poliéster e na O RESTAURANTE DO FIM DO UNIVERSO: o Marcos falou em competência minha, o Cardoso falou em coisas na medida certa, o Galera falou em bem ensaiada, a Thiane falou em triste.
"Melhor agora ficou com a entrada do Douglas, outro bom amigo meu, na lacuna deixada pelo Israel, que foi morar em Moçambique. No início confesso que temia pela instabilidade dele em se fixar em um projeto único (ele não se contenta em tocar em apenas uma banda. Certo ele -- eu também não me contentaria), só que a competência de ontem e o entusiasmo nos últimos dias demonstrados por ele me faz achar que essa união vai longe." (Marcos)
"Pra fechar a noite, a Blanched desfilou alguns poucos minutos de rock puro e simples, sem grandes firulas nem invencionismos. Ok, tinha aquela flautista bonitinha ali na cantola mas nem dava pra ouvir direito o que a moça assoprava no metal. Blanched tem guitarras soando na medida certinha, na altura certinha, no peso certinho. As três músicas que eu já conhecia da demo ficaram ainda mais porrada ao vivo e eu tive muita vontade de ir lá pra frente gritar não só a amo/ como morreria /por ela agora mas já era tarde, eu tenho dores nas vértebras e cervejas na cabeça." (Cardoso)
" . . . um show curto mas inspirador da Blanched, que se destaca junto com a Sensifer pela originalidade das composições, embora o som das duas seja distinto. A Blanched consegue cruzar seqüências de acordes à la MPB com explosões de distorção dignas do melhor post-rock, e faz isso com uma fluidez impressionante. Ao vivo, a banda soa ensaiada, precisa, sem excessos, e digo isso num sentido positivo." (Galera)
"Os caras tocam com a alma. Dão tudo de si (posso dizer isso porque não é o primeiro show deles que eu vejo). O leonardo desafina um pouco mas quem se importa." (Fagner)
"E a Blanched? Destoou completamente das outras bandas. O Cidade disse antes de começar: Agora vamos sofrer. Show tiro curto, mas direto no coração, bocas e olhos pra baixo. Inevitavelmente gostei mais. Na volta pra casa comentei com o Rafael: Tínhamos que tocar com eles. Talvez o evento pudesse se chamar Triste, triste, triste...." (Thiane)
"Cara, que bandinha enjoada aquela! Quase dormi no show deles... Eles acham que ser alternativo é entrar morto no palco." (Deucídio)
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