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segunda-feira, 9 de dezembro de 2002

"Quando eu falo amor, o som sai da minha boca e atinge o ouvido da outra pessoa, viajando pelo conduto bizantino em seu cérebro, por suas memórias de amor, ou de falta de amor, e ela registra o que eu estou dizendo e ela diz sim, ela entende. Mas como eu sei que ela entende? Porque palavras são inertes, elas são somente símbolos, elas estão mortas, sabe? E muito da nossa experiência é intangível. Muito do que nós percebemos não pode ser expressado. É infalável." (LINKLATER, Richard. Waking life.)

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