Um (ex?) amigo me deixou triste: Carta aberta ao passado. Posicionei-me para frente e comecei a correr. Corro porque quero deixar o passado bem longe... E quanto mais penso nisso, mais energia consigo pra me afastar dele. As pessoas estão admiradas em me ver assim, sem me deixar parar. Mas não se espante, o segredo é simples: quanto mais rápidas forem minhas pernas, maior a distância das lembranças; maiores as chances da renovação espiritual. Mas algumas pessoas insistem em se jogar na minha frente! E daí eu tenho de diminuir a velocidade ou até parar pra poder desviar e continuar correndo... e algumas acreditam estar me fazendo bem... Não! Não estão! Essa carta foi uma dessas paradas. E agora torno isso tudo bem mais claro e sem covardia, sem indiretas: Dickel, se o teu desejo verdadeiro é ver no meu rosto o sorriso redondo postado, não se jogue mais na minha frente... faça a coisa certa, pelo menos dessa vez, deixe a marca da boa amizade se dissolver no esquecimento, ao invés de criar uma aberração do presente. Em resumo, reitero a mensagem que você insiste em não entender: se afaste. Claro, você vai onde você quiser, mas se vai se dirigir a mim, de maneira direta como acabou de fazer, tenha consciência que não está me fazendo o bem. Ou então, mude seu discurso, mas não acho que tua personalidade seja flexível a tal ponto. Quanto à música [Providence, contendo a voz dele], a curiosidade é grande, claro. Mas já sabia da existência dela quando procurei pelas palavras "John Voyers" no yahoo. Porém, sinto desapontá-lo por não ouvir. Perdoem-me a breve pausa, agora volto a correr. John Voyers.
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