|
|
http://soundcloud.com/input_output |
:: trabalho artístico :: projeto musical input_output | desenhos | fotografia instagram | fotografia flickr | pesquisa de discos | pesquisa de filmes | programa podcast musical ::
:: catarses musicais inativas :: hotel | blanched | o restaurante | homem que não vive da glória do passado ::
:: no pé da página :: currículo | discografia ::
sexta-feira, 16 de maio de 2014
"Não podemos nos desfazer das polaridades no plano da forma. No entanto, podemos transcender as polaridades através da rendição. Estamos então em contato com um local mais profundo dentro de nós onde, por assim dizer, as polaridades já não existem. Continuam a existir no plano externo. No entanto, inclusivamente aí, algo muda na forma como as polaridades se manifestam na nossa vida quando estamos num estado de aceitação ou renúncia. As polaridades manifestam-se de uma forma mais benigna e suave. Quanto mais inconsciente formos, mais identificados estamos com a forma. A essência da inconsciência é a seguinte: a identificação com a forma, quer seja uma forma externa (uma situação, local, evento ou experiência), uma forma de pensamento ou uma emoção. Quanto mais apegado estamos à forma, menos rendidos (entregues) estamos, e mais extrema, violenta e cruel é a nossa experiência das polaridades. Neste planeta existem pessoas que vivem praticamente no inferno e neste mesmo planeta há outros que vivem uma vida relativamente pacífica. Os que estão em paz interior ainda experimentam as polaridades, mas de uma forma muito mais benigna do que a forma extrema como muitos humanos contudo a experienciam. Por isso, a forma em que as polaridades se experimentam muda. As próprias polaridades não se podem eliminar, mas pode-se dizer que o universo inteiro se torna mais benevolente. Já não é tão ameaçador. O mundo já não é percebido como hostil, que é como o ego o apercebe." (Eckhart Tolle)
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário