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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Desrespeito é o número crescente de carros e nada feito a respeito. Desrespeito é a covardia no embate físico entre carro e pedestre. Desrespeito é continuar a usar o carro só por comodidade, no cenário caótico que aqui está. Desrespeito é fazer um teste propositadamente caótico pra jogar a opinião pública contra uma ideia nova (não existiu quase-sanção; se duvidar, os vereadores foram a favor já sabendo desse teste direcionado, ou planejando-o). Desrespeito é sufocar o planeta com asfalto no chão e fumaça no ar. Desrespeito é a poluição sonora dos carros, principalmente para os seres mais sensíveis. Desrespeito é chacina de árvores pra duplicar pista em retribuição de favor à Toniolo-Busnello. Desrespeito é transformar largos em estacionamentos. Desrespeito é o governante ganhar o que ganha, roubar o que rouba e, assim, ter dinheiro pra torrar sempre em carro, sem poder ver o outro lado da moeda, que é a realidade do pedestre, do ciclista e do usuário de ônibus. Ou seja, a coisa está pendendo muito pra um dos lados, não existe uma "paridade de desrespeito".


"O teste realizado na terça-feira colocou os motoristas contra os pedestres e prejudicou uma iniciativa que é necessária para a cidade, a de dar mais atenção a quem se locomove a pé, especialmente os idosos e pessoas com deficiência. Foi frustrante ver como o teste foi feito. Foi soterrada uma proposta que é muito justa. Nos dois últimos anos, São Paulo fez uma revisão de centenas de semáforos no centro da cidade para garantir o dobro do tempo para o pedestre. Semáforos que tinham 12 segundos passaram para 24, e de 15 segundos passaram para 30. Porto Alegre também pode, não é impossível." (Eduardo Biavati, sociólogo e especialista em segurança e educação no trânsito)

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