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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

"Sem o arsenal IMAX 3D, os planos sequências de Gravidade são grandes peças de um cartoon tentando se passar por filme sério: Ryan Stone escorrega numa casca de banana, levanta-se e tropeça numa pedra, levanta-se e cai num precipício, para se esborrachar no vale e levantar novamente. (...) A arte tem como gesto explodir os limites da técnica, tentar alargá-los, tensionando até o rompimento, de onde se pode tirar força e beleza. Consolidar a técnica, aproveitá-la para, no fim das contas, deslumbrar-se com ela, é tarefa do artesanato. Quando acaba é, de alguma forma, deixado de lado sobre a cômoda e vira, na melhor das hipóteses, um artigo de decoração. Gravidade não emana a força nem a beleza necessárias para superar isso. (...) Como acontece com a Dra. Ryan Stone, ao final do filme o retorno à terra firme é um momento de alívio, deixando para trás essa experiência, apenas como uma anedota de superação." (Raul Arthuso/Revista Cinética)

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