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sábado, 25 de janeiro de 2014

"NÃO TENHO a menor dúvida, a solidariedade nasce da miséria. Os miseráveis se obrigam a ser gentis uns com os outros, a engolir suas dores e frustrações, a dividir o pouco que conseguem, a consolar uns aos outros(as), tudo em nome da sobrevivência, da necessidade de se ver e continuar como humano. O Brasil é um exemplo, nesse sentido: melhora economicamente, e as pessoas vão se tornando mais e mais egoístas, fechadas em seus mundinhos, cheias de dores e queixas imaginárias. E quanto mais ricas, mais individualistas, e afogadas em delírios e bobagens. Entretanto, aquele que não tem nada, ou melhor, que consegue o mínimo para se manter, sabe que, na verdade, se precisa de muito pouco, quase nada, para viver e encontrar seu lugar no mundo. Sentido para a própria vida não é um produto à venda. Pois é... E essa preciosidade se acha, gratuitamente, num lugar obscuro e medonho: as nossas próprias entranhas mentais... Que horror, né? Muito mais fácil se entorpecer trabalhando demais, e comprando porcarias desnecessárias, que nunca irão substituir esse sentido, oculto em nós mesmos, muito raramente encontrado. Alguém se arrisca?" (Alvaro Oxley Rocha)

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