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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Veja - O filme mostra três pontos de vista: o de Zuckerberg, o do brasileiro Eduardo Saverin e o dos gêmeos Winklevoss (ex-estudantes de Harvard que alegavam que Zuckerberg roubara deles a ideia do Facebook. Na Justiça, os gêmeos ganharam a causa e 65 milhões de dólares). Em sua opinião, qual dos três lados têm razão?

Jesse Eisenberg -
Eu fiquei seis meses trabalhando no ponto de vista do meu personagem. Eu acho que todos os envolvidos na trama possuem bons argumentos, mas nenhum deles foi tão criativo quanto Zuckerberg, principal responsável pelo desenvolvimento do site. Os demais personagens estavam mais interessados em frutos financeiros do que no próprio projeto.

O que você aprendeu com o filme?

Aprendi que a verdade é muito complicada. Quatro pessoas brigam alegando serem as donas da ideia. Não há um personagem certo ou errado. Todos têm alguma razão, mesmo que não concordem entre si.

Seu nome tem sido cotado para o Oscar, devido a sua atuação em A Rede Social. Como você se sente a respeito?

Fiquei ao mesmo tempo surpreso e chocado com tamanha repercussão.




"Mais tarde, Saverin foi processado pelo Facebook por interferir nos negócios da empresa. Segundo relatos de Bilionários por Acaso, Zuckerberg queria diminuir a participação do brasileiro nos ganhos totais: de 24% para 0,3%. Saverin, perplexo com a atitude do ex-amigo, reagiu: abriu processo contra a empresa – vencendo, posteriormente. Hoje, Saverin detém 5% do Facebook, o que lhe credencia a integrar o posto de 356º homem mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em 1,15 bilhão de dólares, segundo a Forbes. Zuckerberg, com 6,9 bilhões de dólares, é o 35º, à frente de poderosos da tecnologia como Steve Jobs (42º)."

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