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domingo, 7 de novembro de 2010

Entretenimento. Três horas é tempo que pode propiciar perda de rumo, balaio de gatos, samba do crioulo doido, por vaidade e/ou falta de coesão, como David Lynch em 'INLAND EMPIRE'. Momentos ótimos [1. A coelha muda e guitarrista! 2. Ursula Collishonn cantando. 3. "Só faltava você. Welcome, welcome, welcome." 4. "Tatiana Mielczarski: seu Michel (sic) Jackson correria o risco de ser melodramático estivesse em mãos menos talentosas. O texto final é sensível e tocante, o que dá a produção um final excelente." (Rodrigo Monteiro) 5. A fada de duas cabeças. 6. A lagarta do pufe gigante inflável.] podem se perder na quilometragem irregular. Minimalismo, muito apreciado por mim e exercido em 'Dentrofora', por exemplo, é o completo oposto de 'Wonderland'. E no intervalo da peça tocou Paul McCartney de 43 anos atrás.



"'Wonderland e o que M. Jackson encontrou por lá' é, para mim, até agora, o melhor espetáculo produzido por Porto Alegre nesse ano de 2010. É extremamente interessante, bastante rico e, talvez, um dos mais importantes que a capital gaúcha teve nesse período. E aplaudi-lo não é uma gentileza, mas um dever. Um dever que se justifica na análise que se tentará fazer aqui, essa um passo além do aplauso já certamente dado." (Rodrigo Monteiro, 01/11/2010)

"'Homem que não vive da glória do passado', uma produção que não merece nem mesmo a gentileza de um aplauso, apesar de haver nela muito estudo envolvido, mesmo que não saibamos muito bem qual estudo é esse." (Rodrigo Monteiro, 28/03/2010)

"Ninguém merece a gentileza de um aplauso." (Personagem A Crítica - que convive com A Academia e A Vanguarda - em 'Wonderland e o que M. Jackson encontrou por lá', de Felipe Vieira de Galisteo e Daniel Colin. E A Vanguarda odeia todo mundo.)

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