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sexta-feira, 1 de março de 2002

O Juba se diz um dos escolhidos das Pessoas Que Fazem Dzz para reconhecê-las. São alienígenas que quando passam pelos escolhidos fazem "Dzz" e os olhos brilham. Você conhece o Juba? Essa pergunta é uma boa pedida para começar assunto com uma pessoa de Porto Alegre que eu ainda não conheço. Porque muita gente conhece o Juba em Porto Alegre, muita gente mesmo. Ele é um cara que nasceu em Goiânia. Meio baixinho, cabelo meio grande despenteado tipo Syd Barrett nos anos 60. Roupa de brechó, especialmente um blaser verde. Ele encontra você na rua e convida para uma festa legal na casa dele (uma casa antiga de dois andares, com a porta sempre aberta e tem uma Porta Para O Nada), com performances, bandas, exposição de pinturas. Falando sempre com o cotovelo direito ligeiramente para trás, antebraço direito 45 graus com relação ao solo, mão direita fazendo o sinal de positivo (polegar em riste) e antebraço sacudindo a mão para cima e para baixo, rapidinho.

Ele é o líder duma banda chamada Larissa No Penhasco, da qual eu fui membro-fundador, mas que tem uma formação diferente a cada ensaio. Do I Fórum Social Mundial ele participou com outra banda formada por ele chamada Davos Pra Porra. Também uma vez ele participou dum programa da TV Unisinos comigo e com o Rodrigo Andrade. Dissemos nos bastidores que o nome da banda era Sensaio, mas na hora de o apresentador nos apresentar, eu corrigi que se escrevia Sensaio, mas se pronunciava Treatwrobbler Mangrove. Citação a Monty Python. Depois ele ficou atrás do cenário fazendo animais de sombras, durante a gravação do tal Mídia Café. O Juba gosta de Monty Python como eu. Sempre falávamos em fazer uma mostra de vídeos do Monty Python na Unisinos, mas nunca a fizemos de fato. Outra vez nós estávamos num orelhão e uma menininha chegou e ofereceu um tatu-bola num potinho de margarina. O Juba se virou para ela, interessado e gentil, criança como a menina, perguntou quanto era. O Juba é barrado no Garagem Hermética porque amigos dele - e ele - brigaram com o porteiro estúpido que habita lá. O Juba queria fazer um show com pessoas confundindo gatos ao lado do palco. O Juba vive para pirar. O Juba é um cara legal.

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