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quarta-feira, 27 de março de 2002
Coitadas das Gabrielas, Vivianes e Marias Ediths que chegam no Rio Grande do Sul e passam a ser chamadas por Gábi, Vívi e Mádi (é sério, todo mundo fala Mádi e a gente tem que dar surra para aprender). Escreve-se Gabi, Vivi e Madi para se ler Gabi, Vivi e Madi. (A sílaba tônica é a do "i", mas não se acentua nenhuma oxítona terminadas em "i"; acentuam-se todas as paroxítonas terminadas em "i".) Mas no RS as pessoas têm um problema, deve ser algo na água daqui. Assim como a maioria dos locutores de rádios rock sibilam. Defeito de riograndense. Polianas e Tatianas que têm como apelidos Pôli e Táti se salvam no Brasil todo quanto à pronúncia, mas continuam grafando errado. E não é circuíto, é circuito. (Essa só o professor de português não erra, os outros todos erram. Os jornalistas também, claro.) Se fosse circuíto, teria esse acento porque todos os hiatos acentuam-se. E não é "pra mim fazer", é "pra eu fazer". E não é "pra te fazer" (!), é "pra tu fazer". O pronome oblíquo não pode ser o sujeito da ação, só o reto pode.
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