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quarta-feira, 27 de março de 2002
O anel-aliança só pode servir para duas coisas. Ou serve para declarar eu tenho dono, não chegue perto. Ou serve para declarar eu tenho dono, por isso vem me comer que vai ser gostoso. Fora isso, é inútil ou até nesmo confunde, atrapalha. Se algum interessado em alguém de aliança pensar como eu pensei aqui, o que é mais provável, não sabe se some ou se come. Na dúvida, some. Sem contar a pobreza que é algo tão declarado assim. Não há nada mais declarado em nenhum aspecto visual da pessoa que a presença ou não de um anel no dedo anelar da mão direita (noivado) ou da esquerda (casamento). Você olha para uma pessoa e não pode assegurar nada com certeza acerca dela, a não ser que ela é casada ou noiva. Isso é a coisa mais importante para estar declarado? Talvez na sociedade criada pelo cristianismo, a ocidental, sim, certamente. Os imbecis que transformaram o relacionamento sexual, a coisa mais prazerosa da vida, em normas rígidas, prisão e moralidade. Sendo que moralidade não existe como conceito único: cada um pode ter o seu. Até que se pode chegar a um conceito mais universal, pois moralidade pode ser sinônimo de ética, mas esse conceito está tão longe do que se pensa como moralidade - do que se injetou como moralidade nas mentes em série - do que o planeta é longe do sol.
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