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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

"O elogio causa um mal danado, se não o usarmos do jeito certo. Os resultados de paparicos podem ser catastróficos. A curto prazo, o coitado que foi enaltecido pode ficar desconfortável, inseguro, ansioso. A longo prazo, esse gênio em potencial corre o risco de virar um arruinado na vida. Uma criança elogiada pela inteligência entende o seguinte: 'Tenho que ser sempre inteligente, porque essa é a imagem que os adultos têm de mim'. Mas manter um alto nível de inteligência não parece uma tarefa um tanto abstrata? Imagine para uma criança. O jeito é adotar a saída genérica (e mais fácil): parecer inteligente. Para isso, basta criar uma zona de segurança. 'O elogio deve ser dirigido para o processo, e não para o resultado', diz a psicóloga americana Carol Dweck, da Universidade Stanford. 'Sempre para as ações, nunca para a pessoa. Conversei com vários adultos considerados gênios na infância que nem concluíram a universidade: eles não sabiam lidar com o fracasso.' O problema é quando acumulamos elogios - ou pontos - demais. O cérebro entende que nem precisa mais mandar a mensagem de incentivo. É como se o centro de recompensa se aposentasse da torcida pelo seu sucesso. Pior para você: sem esse apoio, você acaba sem motivação para fazer as tarefas." (Marisa Adán Gil/Superinteressante)

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