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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Pássaros voando desorientados. Mudanças climáticas imprevisíveis. Radiação solar capaz de fritar aparelhos eletrônicos e sistemas de comunicação e nos causar sérias doenças de pele. Esse pode ser um cenário apocalíptico causado pela simples inversão dos polos magnéticos da Terra — o norte vira sul e o sul vira norte. E isso já aconteceu várias vezes ao longo da história, em intervalos que variaram de 10 mil até 50 milhões de anos. O evento, que se relaciona à extinção em massa de espécies, pode voltar a ocorrer. “Desde 1840, temos visto uma queda na força do campo magnético, e as inversões acontecem justamente quando essa força está em seu valor mínimo”, afirma Ricardo Trindade, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.

As mudanças dos polos ocorrem devido a turbulências imprevisíveis no núcleo terrestre. Ao enfraquecer o campo magnético do planeta, elas nos deixam mais vulneráveis aos ventos solares, a tal radiação emitida pelo sol, e estragam nossos sistemas de satélite e telecomunicações. Alguns cientistas acham as previsões exageradas. Felizmente, elas devem, no mínimo, demorar. Segundo Trindade, o campo pode levar até 10 mil anos para alcançar sua intensidade mais fraca e levar à inversão polar. Até lá, já poderemos ter sido extintos de outras maneiras e não sentiremos falta do celular. (Guilherme Rosa/Galileu)

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