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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Você quer ser bom ou justo?
(Giuliana Capello)
Certa vez, durante uma aula sobre comunicação não-violenta, ouvi do professor Dominic Barter um pouco de sua experiência com grupos bastante heterogêneos. Ele costumava trabalhar com executivos, crianças e presidiários, ensinando-lhes técnicas de prevenção e resolução de conflitos. Tanto nas empresas e escolas como nos presídios, quando Barter perguntava sobre os valores fundamentais na vida de cada um, as respostas dos grupos eram muito semelhantes: de modo geral, todos falavam em felicidade, paz, amor, prosperidade.
Mas, então, por que será que na prática nossas ações não caminham efetivamente na direção daquilo que queremos para nossas vidas? Por que há uma lacuna tão grande entre nossos valores e nossas ações? Seriam nossos valores apenas retórica ou um desejo idealizado de nós mesmos? Se você diz que a paz é importante nas suas relações, por que é tão difícil assumir uma postura de não violência para com os mais próximos?
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