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| Dr. Lao, montado num asno |
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| Lao-Tsé, montado num boi |
Associando o número quatro, que simboliza a terra (com os seus quatro pontos cardeais) e o número três, que simboliza o céu, o sete representa a totalidade do universo em movimento. As sete cores do arco-íris [refletidas pela iridescente abalone] e as sete notas da escala diatônica revelam o setenário como um regulador das vibrações, das quais várias tradições primitivas [e a Teoria das Cordas] fazem a própria essência da matéria. O sete é usado 77 vezes no Antigo Testamento. A besta infernal do Apocalipse tem sete cabeças. Mas, na maior parte do tempo, o vidente de Patmos reserva aos poderes do mal a metade de sete - três e meio - indicando com isso o fracasso das iniciativas do Mal: o dragão não pode ameaçar a mulher ( = povo de Deus) mais que 1.260 dias = três anos e meio. O sete é a chave do Evangelho de São João.
Duas representações de Guénon:
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| Whore Babylon, de William Blake, montado por uma mulher |
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| Persuasão, carta XI do tarô; imagem do tarô de Crowley |
Da Wikipédia: "O Livro de Abramelin [um mago egípcio de magia dos anos de 1600] foi estudado por magos modernos, como MacGregor Mathers, Aleister Crowley e Dion Fortune, que são unânimes em sustentar que o Anjo da Guarda não deve ser considerado como uma entidade com personalidade própria, mas como a capa mais profunda do subsconsciente, o ego definitivo, o mais autêntico 'eu', que, no entanto, participa paradoxalmente da natureza divina."
SETE - A conquista dos instintos e das emoções levando a um direcionamento sábio, é um dos significados do Arcano VII, o Carro, no Tarot.
ONZE (Persuasão - ou Força) - A coragem de enfrentar os próprios medos traz grandes recompensas.
"Essas histórias dramatizam a verdade poética segundo a qual, quando a consciência humana reconhece e aceita sua natureza indômita e primitiva, não somente se liberta do poder autônomo do instinto mas também liberta e transforma igualmente o lado instintivo. (...) Toda a vez que tentamos voltar as costas para essa parte 'animal' de nós mesmos, ela se torna ainda mais voraz e exigente [como o peixe-gato do aquário do dr. Lao]. Se lhe ignorarmos as exigências, poderemos ser visitados por uma doença psicossomática. (...) Se não quisermos ser sacudidos pelo animal interior contra a nossa vontade, não podemos pô-lo atrás de nós." (Sallie Nichols)





Um comentário:
muito bom!!!!
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