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terça-feira, 15 de junho de 2004

Quando a Manuela se formou, conseguiu emprego na Dana Corporations do Brasil, onde tem como chefe o gerente de marketing Luiz, que trabalha na matriz, em Osasco (SP). Aquele, do Luiz Zine, cujas três primeiras edições eu e ela inclusive já havíamos lido. O Luiz é um cara massa, a Manuela ficou amiga dele.

Somente ontem tive o prazer de conhecê-lo. Eu e a Manu comemos "sopa no pão" e ele e ela tomaram um café cortado. "Vocês já tocaram em São Paulo", me perguntou ele, sobre a Blanched. "Não, só toquei em São Paulo com a Tom Bloch." "No Orbital?" "Sim." "Cara, vocês tavam muito ruins aquele dia." Eu já tinha estado no mesmo lugar que o Luiz. E a conversa prosseguiu, sempre na linha do rock alternativo e do humor. Ele está para lançar o Luiz Zine 0.4. O Luiz Zine é feito em formato retangular horizontal, em duas cores: branco e uma outra, que varia de edição para edição. Eu sempre achei que o nome tivesse a ver com o Luís Zini Pires, antigo jornalista do Segundo Caderno da Zero Hora. Mostrei para ele umas fotos que eu tirei de frases sobre o rock que estão expostas no gasômetro, sendo que a melhor é do Léo Felipe.

- Da Minimaus. Inclusive, tá, eu vou explicar. Tudo começou numa festa massa no melhor bar que eu já conheci, o BR-2, em São Leopoldo. Tocou a Minimaus e era um frio do caralho. Era o lançamento dum zine, nesse formato aqui [aponta para o Luiz Zine 0.4], só que bem trash. Aí eu tive a idéia de fazer o Luiz Zine, em homenagem ao Luís Zini. A discotecagem tava boa, aquele dia.

O bar era o BR-3. O zine era O Apanhador. A outra banda era a Blanched. A discotecagem era a minha.

Eu já havia estado duas vezes no mesmo lugar que o Luiz.

Isso me lembra a eternizada conversa entre mim e o Tiago Ianuck.

- O mundo é grande, mas é um só.
- E é redondo.

As "coincidências" também fazem da vida uma mágica.

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