Ontem eu falei por telefone com os duas pessoas mais humanas que eu já tive como professor. E os dois me foram carinhosos verbalmente, retribuindo a consideração. Um deles disse:
- Bicho, cê tá sempre agrupando pessoas. Cê é um cara essencialmente político, no sentido original da palavra política, de "poderr fazerr".
- Tu é um catalisador - confirmou, depois, a minha amada. - Eu quero muito ter um filho teu - arrematou, após um silêncio.
Reconhecimento e auto-estima são coisas vitais.
O outro, que me deu aula em 1995, disse que lembra de mim - talvez também por eu ter sido um aluno de jornalismo que convidou um professor de Humanismo e Tecnologia para a sua formatura - e que fora uma satisfação ouvir a minha voz. Queridos. Eu nunca vou esquecer vocês dois.
O primeiro ainda me disse "Douglas, eu já não sou mais seu professor". O melhor professor que eu já tive me disse isso, então imagina como eu me senti. Esse tipo de comunhão, que pode ser chamado também de amor, junto com o amor, a arte e a filosofia, são as coisas que tornam a existência suportável. Bonita. E mais: mágica.
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