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segunda-feira, 16 de julho de 2012



"Tenho muito respeito pelo Zinho e pelo que ele representa. Mas a sensação que eu tinha todas as vezes que conversava com algum representante do clube é de que o Flamengo sempre foi prioridade para mim, mas eu nunca fui prioridade para o Flamengo. O nome Juan era valorizado pelos seus dirigentes, mas o jogador Juan, não. Tenho muita consideração pelo clube, por ter iniciado minha carreira lá, com apenas nove anos, mas faltou contrapartida. Sei que tenho uma história, meu valor e gostaria de ver o Flamengo reconhecendo isso. No encontro que tivemos num shopping, dia 10 de junho, encontro este citado pelo Zinho, falei da proposta que tinha de um outro clube (não revelei o nome do Internacional, por ética e por não me interessar fazer qualquer tipo de leilão) e ele me deixou à vontade, dizendo não ter condições de se aproximar dela. Na semana passada, quando decidi voltar ao futebol brasileiro, apareceram dirigentes rubro-negros declarando que minha contratação não era prioridade. O Flamengo só se mobilizou efetivamente quando eu já inha dado minha palavra ao Internancional de que aceitava a sua proposta, que sempre foi a mesma, desde a primeira conversa com o Fernandão. O Internacional fez o caminho certo. Procurou a diretoria da Roma, pediu autorização para negociar comigo e manteve contato permanente com os dirigentes italianos e com meu procurador. O Fernandão esteve na minha casa, no Rio, e me apresentou uma proposta que chegava muito perto daquilo que eu esperava e que acho que mereço. Além disso, mostrou um projeto de marketing desenvolvido especialmente para mim. E eu fui bem direto com ele: disse que ainda não tinha amadurecido a ideia de voltar a jogar no futebol brasileiro, que iria viajar para a Itália para conversar com a diretoria da Roma e saber das expectativas do clube em relação à minha permanência e, por último, que a prioridade, caso voltasse ao Brasil, seria do Flamengo. Depois disso, houve o encontro com o Zinho e viajei para os Estados Unidos, de férias. O Fernandão só me pediu que sinalizasse caso decidisse pelo Internacional e foi por causa desta segurança, que senti desde o início, é que tomei minha decisão. O Internacional será o quarto clube da minha carreira, tem uma torcida maravilhosa. Espero fazer história no Beira-Rio e honrar sua camisa. A decisão de voltar ao futebol brasileiro só foi tomada depois de conversar muito com meus familiares e de perceber que o Roma não encarava minha permanência como fundamental para a próxima temporada. Minha relação com o clube sempre foi muito transparente, baseada no respeito, e decidi sair pela porta da frente. Foram cinco anos maravilhosos e saio com a consciência de que fui importante para o Roma ao longo deste tempo." (Juan)

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