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terça-feira, 24 de julho de 2012
Allan Stewart Konigsberg sofre bastante.
Woody Allen: "Eu tenho tido muita sorte e o meu talento me dá uma vida muito produtiva, mas em todo o resto eu sou péssimo. Eu não sou bom levando a vida, até nas coisas mais ridiculamente simples. Essas coisas que são brincadeira de criança pra maioria das pessoas são um trauma pra mim. Dar entrada em aeroporto ou hotel, segurar minhas relações com as outras pessoas, sair pra caminhar, devolver coisas em uma loja… Eu trabalho com a mesma máquina de escrever Olympus desde quando eu tinha 16 – e ela ainda parece nova. Todos os meus filmes foram batidos à máquina, inclusive recentemente eu não consegui nem trocar a fita colorida da máquina. Às vezes eu convido pessoas pra jantar e então elas podem trocar a fita pra mim. É uma tragédia. A vida é cheia de momentos que são bons – ganhar na loteria, ver uma mulher bonita, uma boa janta. Um oásis muito prazeroso. Mas pegue um filme como o Sétimo Selo, do Bergman. É uma grande tragédia, mas tem um momento em que ele está sendo com as crianças, bebendo leite e comendo morangos silvestres. Só que depois o momento maravilhoso passa e você volta para aquilo que a existência realmente é." (Fonte: The Talks)
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