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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Eduardo Pinheiro de Souza = Padma Dorje:


Todas as emoções inúteis são ou neutras ou negativas. O que é neutro, por ser perda de tempo, é negativo.

Porém, não é porque o Buda disse que álcool não ajudava você que você deve abandonar o álcool. Você deve abandonar o álcool porque você mesmo percebe que é inútil, neutro ou negativo. Você pode experimentar seguir, por algum tipo de obediência, o que o Buda disse, mas enquanto você estiver OBEDECENDO a preceitos, você não está praticando o budismo. Você está praticando quando você mesmo, por você mesmo, reconhece o que é negativo e abandona. Mas isso exige um comprometimento muito grande de não ser crédulo e apenas cegamente acreditar nas próprias opiniões. Você precisa exercer grande imparcialidade e ceticismo quanto a seus próprios impulsos e ideias. Você talvez deva fazer isso com 1% mais de intensidade do que você faz com as próprias palavras do Buda, e isso vai ser uma demonstração de grande fé e desprendimento.

Da mesma forma que com o álcool, você deve examinar como alterar sua mente é uma forma de se engajar em emoções inúteis. Mesmo meditação equivocada, tentando alterar o que quer que seja em sua mente, deve ser abandonado. Mas você só deve abandonar o que você, por si mesmo e diretamente, através de um compromisso intenso consigo mesmo — o que, se deve dizer, é EXTREMAMENTE raro — reconhece como inútil, neutro ou negativo.

Em geral, se a pessoa não quer sofrer nem causar sofrimento aos outros, intoxicantes devem ser evitados. A maior parte das formas de budismo recomenda o abandono completo. No budismo tibetano é aceitável beber, desde que não se fique embriagado. A pessoa deve estar atenta a 1) pacto de mediocridade; 2) emoções inúteis são no mínimo uma perda de tempo; 3) as virtudes requerem atenção, coerência e assim por diante, ao intoxicar-se a pessoa está, naturalmente, menos focada na virtude.

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