Acordados, em atividade cerebral de trabalho ou aprendizagem, estamos em beta, porém essa frequência pode oscilar dentro de sua faixa, sendo mais alta ou mais baixa. Em estado de nervosismo, ansiedade ou estresse, a frequência tende a subir e, quanto mais alta, menor a acuidade dos sentidos. Você já reparou que quando você está nervoso não presta muita atenção nas opiniões ou informações que recebe?
Uma pessoa muito tensa pode olhar para sua mesa e não ver o documento que está procurando, ou não perceber que os óculos de que ela precisa para ler estão em sua própria testa. Ora, se a frequência elevada diminui a acuidade dos sentidos clássicos, que dispõem de órgãos específicos, o que dizer da intuição, que é um sentido mais fino e sensível? Obviamente, a intuição depende de um estado mental de relaxamento e serenidade. Não se pode confiar na intuição de uma pessoa nervosa ou angustiada.
Todos os exercícios indicados para quem deseja aumentar seu poder de intuir são, na realidade, exercícios de diminuição da frequência cerebral, que visam aproximá-la do estado alfa, como o que se obtém por meio da meditação, da contemplação, do yoga, do tai chi. Esse "acalmar" da mente é o que permite a "visão para dentro".
Existem estatísticas que nos deixam, no mínimo, pensativos, como a dos 90% de ganhadores de prêmios Nobel que enfatizam a importância da intuição e da criatividade nas principais descobertas humanas. (Eugenio Mussak)
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sexta-feira, 11 de maio de 2012
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