|
|
http://soundcloud.com/input_output |
:: trabalho artístico :: projeto musical input_output | desenhos | fotografia instagram | fotografia flickr | pesquisa de discos | pesquisa de filmes | programa podcast musical ::
:: catarses musicais inativas :: hotel | blanched | o restaurante | homem que não vive da glória do passado ::
:: no pé da página :: currículo | discografia ::
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
"Focando as quatro afirmações – forma é vazio, vazio é forma, forma nada mais é do que vazio, vazio nada mais é do que forma – vemos que a analogia do espelho pode nos ajudar. Forma nada mais é do que liberdade, a liberdade do espelho manifestar formas. Não há nenhuma forma dentro da forma no espelho; a vacuidade nada mais é do que a liberdade da mente em manifestar formas. (...) Nesse ponto, especificamente no zen surgem os haikus. A pessoa olha para o pássaro que canta num galho; não é um pássaro que canta num galho, é o extraordinário aparecimento mágico de um pássaro que canta num galho. Um milagre. As menores coisas passam a ter um sentido extraordinário. É o domínio, a percepção do processo da criação. Os versos do haiku descrevem a criação. Cada haiku é de um mestre verdadeiro. A pessoa que não compreende a vacuidade e o processo de surgimento inseparável, não tem como fazer haiku. O haiku mesmo é uma afirmação de que forma é vacuidade e vacuidade é forma, é outro modo de dizer o Sutra do Coração." (Lama Padma Samten)
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário