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quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Apesar de estar a 800 mil quilômetros do núcleo que gera o calor, na atmosfera, a temperatura do Sol é tão alta quanto no núcleo. Sob a coroa, a superfície do Sol está literalmente fervendo. Toda a superfície do sol está coberta por células convectivas. A matéria quente do interior do Sol sobe, alcança a superfície, arrefece, brilha, emite luz solar, depois volta a afundar-se. É um processo extremamente violento. Cada bolha de matéria que sobe tem mais ou menos o tamanho do Texas.[Em alguns casos, expele uma massa equivalente à do Everest, que vem em nossa direção, segundo o astrofísico Andrew Coates. A cada poucas horas, o Sol ejeta bilhões de toneladas de partículas eletricamente carregadas - o vento solar. Isto acontece constantemente em cerca de 1 milhão de zonas sobre toda a superfície solar durante todo o dia. Esta ebulição não é so violenta como extremamente barulhenta. A superfície agitada do Sol cria energia sonora suficiente para superaquecer a coroa até milhões de graus. Os cientistas crêem que a combinação entre essas ondas sonoras e a energia do campo magnético do Sol é responsável pelas temperaturas extremas que se encontram na coroa.
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