Os melhores e piores momentos de 2005
Gui (Peligro Discos) - "Esse ano foi cheio de coisas boas. A Peligro iniciou dois projetos muito importantes para sua história - as festas semanais no Milo Garage e o nosso selo, a Open Field. Produzimos exatamente 50 grandes shows de todos os estilos, de Parteum a Lavajato, Wandula a Satanique Samba Trio, Elma a Orquestra de Improvisação Abaetetuba. Lançamos oito discos em menos de um ano, começando com a personalidade do ano pra mim que é o Tony da Gatorra. Parece que faz tempo, mas foi apenas em abril desse ano que ele veio pra São Paulo pela primeira vez, lançar seu disco. Desde então, voltou mais duas vezes, gravou disco novo (para sair no ano que vem), angariou uma legião de fãs, encarou e venceu a Ordem dos Músicos do Brasil e não cansou. Fora isso, não seria coerente se eu não achasse que os discos que lançamos estão entre os grandes do ano. Entre os meus favoritos absolutos destaco os álbuns de estréia do Fossil, Ahlev de Bossa e input_output, além do novo disco da Nancy e uma coletânea de demos do Sandro Garcia. E Vurla também, é sempre bom lançar seu próprio disco. Parece que não toquei muito esse ano, mas fiz dois shows com o Vurla, três com o Tony da Gatorra (informalmente chamado de Tony 3G), dois com o Prelinger Archives Orchestra e mais um com o Blue Afternoon, pra não passar batido. Foi um bom ano. Não tenho muito do que reclamar, só outra vez da preguiça nas escalações dos grandes festivais e da desatenção contínua da grande imprensa. Ah, queria ter terminado e lançado o disco novo do Blue Afternoon. Fica como resolução para o novo ano."

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