Bob Dylan era/é um gênio. A entrevista coletiva constante do documentário 'No direction home' poderia ser lançada como uma obra de arte independente. (O Leonardo precisa ver, eu aposto que ele nunca mais vai parar de adorar o cara.) Infelizmente eu não lembro agora dos diálogos, tampouco eles são encontráveis na internet, mas em breve alugarei de novo o DVD e eu copiarei aquilo. Por enquanto:
menina - Você acha que suas canções tem um significado objetivo ou subjetivo?
Bob - Não sei. O que você acha?
menina - Era para ser subjetivo.
Bob - Por quê?
menina - Não sei, eu li isso.
Bob - Onde?
menina - Numa revista de cinema.
jornalista - Você quer dizer algo nas suas músicas?
Bob - Não.
"Não dá para ser esperto e estar amando ao mesmo tempo." (Bob Dylan, sobre não ter retribuído o convite para o palco à ex-namorada Joan Baez)
E foi mais ou menos assim: "Eu entrei na sala e lá estavam Bob e os Beatles sentados, catatônicos, e eu não sabia bem como agir, então sentei no braço da poltrona do Bob, e o John Lennon, um moleque, disse 'Por que não senta ainda mais perto?', e aí eu perguntei 'Você já leu William Blake?', e ele disse não saber quem era, e então sua esposa disse que ele estava mentindo. Fiquei refletindo: como aquelas pessoas estavam no auge do seu poder, da sua fama, e não tinham ainda sua mente formada." (Allen Ginsberg)
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2005
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