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terça-feira, 6 de julho de 2004

"Quando você cursa uma universidade, não faz aquilo que você quer fazer. Você descobre o que o professor quer que você faça para receber o diploma, e faz isso. (...) Recebi uma bolsa de estudos na Europa, e fui cursar a Universidade de Paris. Estava me dedicando ao francês e ao provençal medievais e à poesia dos trovadores. Quando cheguei à Europa, descobri a Arte Moderna: James Joyce, Picasso, Mondrian - toda aquela turma. Paris, em 1927-1928, era outra coisa. Depois, fui à Alemanha e comecei a estudar sânscrito e me envolvi com o hinduísmo. Descobri Jung enquanto estudava na Alemanha. Tudo estava se abrindo - deste lado, daquele lado. Bem, a minha dúvida na época foi: 'Devo voltar para aquela garrafa?' Meu interesse pelo romance celta se fora. Fui à universidade e disse: 'Olha, eu não quero voltar para aquela garrafa.' Tinha feito todas as matérias necessárias para o título; só precisava redigir a maldita tese. Não me deixavam ir para outro lugar e dar prosseguimento aos estudos, e por isso eu disse, vão para o inferno. Mudei-me para o campo e passei cinco anos lendo. Nunca tirei meu Ph.D. Aprendi a viver com absolutamente nada. Estava livre e não tinha responsabilidades. Foi maravilhoso.

"É preciso coragem para fazer aquilo que você deseja. Outras pessoas tê um monte de planos para você. Ninguém quer que você faça o que você quer fazer. Eles [por exemplo os orientadores dos trabalhos de conclusão] querem que você embarque na viagem deles, mas você pode fazer o que você quiser. Eu fiz isso. Fui para o mato e li durante cinco anos." (CAMPBELL)

Eu terminei a porra do Jornalismo e agora eu faço o que eu quero. E não parei de estudar, como se percebe.

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