" . . . o muriel paraboni - sujeito que (apesar do pouco convívio) eu de fato considero - me convidou para arquitetar o prefácio do livro dele e do douglas dickel (o que de imediato tomei como tarefa das mais empolgantes do ano); prometi o prefácio para sexta-feira passada, reli os textos do livro várias vezes (esqueci de dizer, é um livro de poesia); escrevi algumas linhas que não dei por suficientes; na real... como é difícil esse negócio de 'prefaciar'... ainda mais quando se trata de poesia (que é o laboratório de tudo); estou longe de ser o fabrício carpinejar - que tem a maior facilidade para falar sobre a poesia dos outros; (...) uma coisa eu adianto, os textos do livro são básicos e sinceros - têm valor porque, de cara, chutam a trama do estilo, o refinamento das coberturas onde nem se sabe mais da vida, da sua sujeira, da gagueira do seu imensurável vazio." (Paulo Scott)
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