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segunda-feira, 19 de abril de 2004

O Chamado reacendeu meu interesse, esquecido na adolescência, por ficção, terror, enigma. Por acaso, a revista Play Especial Música tem uma matéria sobre o Philip K. Dick, autor das histórias que originaram Blade Runner e Minority Report. Da bibliografia comentada em tal reportagem, eu pesquei O Homem Do Castelo Alto e Os Três Estigmas De Palmer Eldritch. Por acaso, fomos na casa do Tony no sábado - para ver os curtas do David Lynch, que me deram ainda mais ânsia por incursionar nas artes visuais digitais - e ele tem quase toda a bibliografia do cara e me emprestou este último que eu citei. O Tony vai copiar para mim shows do Godspeed, dos Explosions e do Radiohead em arquivo de vídeo, assim como Eeaserhead, do David Lynch, os próprios curtas e mais uma porrada de arquivos de áudio que vão me entreter por anos. Domingo, ontem, vimos Minority Report. No fim, cheguei à conclusão de que foi um lixo, principalmente pelo fim, e imagino que a culpa é do tal diretor Spielberg. Grande destaque para a Samantha Morton, que está me fazendo mudar de idéia quanto à qualidade da atuação de atrizes. A relativamente baixinha (1m60) nasceu no mesmo ano que eu, em Nottingham, Inglaterra, "sob o signo de touro", começou na televisão com 14 anos, tem uma filha chamada Esme, de 4 anos, com o ator Charlie Creed-Miles, e foi indicada para o Oscar em 2000 por seu papel de muda em Sweet And Lowdown, do Woody Allen. Ah, e ela é a sereia no clipe de Electrical Storm, do U2.

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