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terça-feira, 6 de abril de 2004

"Alguns estudiosos afirmam que a idéia de sermos incompletos tem origem no parto. Ali parecia existir a unidade perfeita, em que tínhamos tudo sem qualquer esforço. Nossa mãe era e provia tudo. Repentinamente, pelo parto, nos percebemos dependentes e incompletos. A partir daí, a vivência do ventre materno torna-se o símbolo do ideal a ser recuperado através do encontro de alguém para nos completar. (...) Logo após o nascimento, inicia-se um processo psicológico de individualização, que podemos definir como uma fase fundamental na vida de uma pessoa, onde ela se dá conta de si mesma, como separada do restante e vai clareando gradualmente seu contorno, na medida em que vai percebendo que é capaz de atender, cada vez mais, às suas necessidades." (ALLY, Elizabeth Zamerul. Juntos porém livres: harmonizando amor e individualidade. Rio de Janeiro: Rocco, 1996.)

" . . . me lembrou do dia que eu morri. o ar não passava pela minha traquéia, eu agonizei um pouco e pá. caí pra trás. tudo ficou preto e molhado (que primeiramente pensei ser suor me empapando todo, mas depois eu vi o que era) e envolvido por líquido amniótico. vi a luz e para lá me dirigi. encharcado da mistura placentária e sangue, chorei . . . " (Felipe Dreher)

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