Onde se escreve "moral e bons costumes", lê-se "costume - e limitações - da maioria".
Isto ocorreu hoje. Fila do buffet. Eu e meus colegas.
- Tinha uma barejeira voando e os gatos estavam malucos para pegá-la. Às vezes ela voava baixo e eles acertavam patadas, mas não chegavam a derrubá-la. Eu entrei no desafio e acertei uma chinelada nela, tonteando-a, depois muitas vezes ter de me esquivar daquele nojo sonoro. Então ela sentou na porta do roupeiro, e eu fui lá e dei-lhe uma coça, caiu morta. Fui no banheiro pegar papel higiênico para juntá-la e quando eu voltei cadê a mosca, não tem mais mosca, o Fuzzy comeu, que nojo, não vou mais te beijar gato nojento. No dia seguinte apareceu uma CAGANEIRA deste tamanho no chão do corredor, em cima do fio do telefone...
- Que palavra mais apropriada para o momento, não? - Um cara de quase 50 anos, um pouco baixo, um pouco gordo, do lado de lá do buffet.
- O senhor que sabe.
- Que falta de respeito, filho da puta...
- O senhor vai me bater agora?
- Agora não. Eu saio às seis. Te pego na saída.
- Vamos fazer um duelo no por-do-sol. Cada um dá dez passos na direção contrária e saca.
Quase não fiquei de pé e tremi de ponta a ponta durante o tempo de mais ou menos um quinto ou um sexto de uma corrida de Fórmula 1 (quanto tempo dura uma corrida de Fórmula 1, mesmo?)
|
|
http://soundcloud.com/input_output |
:: trabalho artístico :: projeto musical input_output | desenhos | fotografia instagram | fotografia flickr | pesquisa de discos | pesquisa de filmes | programa podcast musical ::
:: catarses musicais inativas :: hotel | blanched | o restaurante | homem que não vive da glória do passado ::
:: no pé da página :: currículo | discografia ::

Nenhum comentário:
Postar um comentário