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quinta-feira, 24 de abril de 2003

ETCOFF, Nancy. A lei do mais belo. 1999.

5. Apresentação das feições

. . . o cientista Francis Galton disse em 1883: "A diferença nas feições humanas, embora geralmente insignificante demais para ser medida, deve ser considerada com muita atenção, pois nos capacita a distinguir uma única face conhecida entre milhares de estranhas. A expressão de um rosto é a soma de um grande número de pequenos detalhes, que são vistos em uma sucessão tão rápida que parece que os percebemos todos em apenas um único olhar."

Em 1979, o antropólogo Donald Symons propôs a idéia radical de que a beleza no rosto humano é o tipo que corresponde à média. Na medida em que a média de uma população tende a refletir o projeto mais favorável dos traços físicos, as pressões da seleção nos deram cérebros conectados para calcular médias e preferi-las. Symons chama esse mecanismo de um "estratagema para tirar a média da face" . . . Colhe impressões de rostos e as transforma em compostos que se tornam o nosso padrão do que é atraente.

O mecanismo que armazena e tira a média dos rostos é inato e universal, mas o composto que forma depende dos rostos que vê.

O que aparece afetar a beleza é uma aparência de receptividade potencial. Quando estamos excitados, nossas pupilas se dilatam automaticamente, independentemente das condições de luz. Quando fotografias são retocadas para aumentar o tamanho das pupilas de uma . . . [pessoa, as do sexo oposto] . . . a acham mais atraente, apesar de não terem consciência de que isso é a base de sua resposta (acham que ela parece "mais feminina" ou "mais bonita", mas não percebem que suas pupilas são maiores). Em um experimento de psicologia, os homens e mulheres se mostraram mais propensos a se oferecer como parceiros quando os olhos do parceiro potencial estavam dilatados farmacologicamente.

[As pessoas se acham feias nas fotos porque estão acostumadas a ver o próprio rosto invertido, no espelho.]

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