Ô rapaz!
Não há muito o que dizer quando alguém que amamos decide que seu caminho não é mais conosco. Isso acontece tanto, com tanta gente, e não adianta -- a dor que sentimos não diminui por conta da freqüência dessas coisas no mundo. Acho que o que se pode fazer em momentos assim é o que todo mundo diz que alivia um pouco -- muito foco nos projetos e atividades pessoais, e, nas horas vagas, dependendo do temperamento, buscar o silêncio e/ou os amigos do peito. Uma coisa é certa: não importando o que se queira, isso passa. Como todo o resto.
Mas até lá, uma sugestão -- não trivialize a dor. Nem a negue. Procure convertê-la em algo produtivo, num empuxo para algo criativo. Um sujeito como você termina achando um jeito ou outro, cedo ou tarde, de fazer isso.
No mais, estamos por aqui.
Abraço afetuoso,
Sérgio.
Eu sabia que esse meu amigo (professor de Estética em Brasília) teria algo importante para me dizer. Nada muito diferente do que já me disseram, mas a forma com que ele disse e o fato de ter partido das experiências dele fazem a diferença, a importância para mim. Eu chego a ouvir a voz dele dizendo tais palavras.
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