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segunda-feira, 20 de janeiro de 2003

Depois de uma semana de sonos curtos: sexta-feira eu dormi às 21h, acordei às 4h, conectei, voltei a dormir às 6h, acordei às 10h. Nada como um descanso. O sábado começou bem, com o efêmero quinto estágio.

5. [esperança]

bom dia, dia !
a esperança
hurra, irradia.
o sono é tempo:
passa e faz passar.
o sonho é vento:
renova e faz
nascer de novo.
"as possibilidades
são infinitas",
como disse o
David Lynch.

Voltou a ficar agradável das 16h às 0h, quando pela primeira vez pude desfrutar da companhia da Carol por mais que um tempo de almoço. Tomamos chimarrão no parque, deitamos no pano de infância dela, que eu sujei com eski-bom, conversamos e olhamos para cima, para o céu e as árvores altas. Depois na casa dela, me embuchei com uma pizza muzzarela apimentada e t(r)ocamos violão e cordas vocais. Pela primeira vez, também, eu ouvi ela cantar (Kiss Me, uma da PJ Harvey, aquela linda e singela do Velvet Underground e o comecinho de Be My Baby, de Blister In The Sun, do Violent Femmes, e do hit do Veruca Salt), desde que a conheci em 12 de junho de 2001, quando ela tocou e cantou (?!) no show de aniversário da Viés. Gostei.

Mas o costume (do passado recente e falta de costume com a nova realidade) ainda me angustia. Eu me vejo freqüentemente indo na direção do refúgio, tento alcançar ele dentro de mim, e então cada vez eu me surpreendo porque ele não existe mais. O domingo, mesmo com as conversas prazerosas com os amigos sintonizados, foi de mal-estar. Um momento mágico foi conhecer a Andréa Paiva, 32, cuja personalidade e experiência produziram bons comentários sobre a minha situação, os quais me deixaram leve por alguns momentos.

Acho que eu preciso tocar o máximo que eu puder.

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