Estive na praia pela primeira vez depois dos meus aprofundamentos filosóficos e sob estado alterado. A primeira coisa que eu percebi é que aquele é único local onde se pode ver tantos centímetros cúbicos dos corpos femininos (o Sofazão não conta pois tem suas características peculiares, como público limitado e pouca luz). Foi a primeira vez em que eu estive na praia sem evitar o prazer estético dos meus olhares fixos para os corpos de humanos do sexo oposto. É uma maravilha. Depois percebi que estava todo mundo quase pelado, fazendo carícias em si mesmo ao passar o protetor solar, mas sem se sentir sexual. Um casal jogando frescobol de cueca, calcinha e sutiã em plena luz do sol, enquanto que fora da praia o moralismo e o auto-moralismo não abrem nenhuma exceção.
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