O falar-tudo não só é importante como é imprescindível para mim, portanto é uma exigência que eu tenho com as pessoas, um critério que eu tenho para (fazer) os amigos. Não vejo motivo para não falar tudo, manter mistérios como fetiche ou deixar-se vencer pelos medos. O falar-tudo e a verdade são compensadores. São éticos. E, segundo Pianta, segundo um amigo dele, segundo Kant, ética e estética provocam o mesmo sentimento, de transcendência, pois são sobre-humanas. Talvez o além-do-homem de que fala o Nietzsche. Medo e preguiça são as duas palavras que podem resumir a humanidade e suas limitações. Segundo Richard Linklater em Waking Life.
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