No ônibus do Centro Administrativo até a Justiça do Trabalho tinha uma menina de mini-blusa sentada meio para frente e a calça separada do corpo atrás. Eu decidi que não vou mais evitar ficar olhando as mulheres por medo de que elas achem ruim. (Ontem eu estava sentado no degrau da Caixa Federal esperando um amigo e quando uma menina com a barriga de fora passou por mim e viu que eu iria ver a barriga dela ela puxou a cortina violentamente. Deu vontade de gritar alguma coisa ruim para ela.) Não importa se elas acham ruim. Não estou sendo violento nem antiético. O moralismo e a continência têm que ser combatidos. Ela viu que eu fiquei olhando. Eu fiquei olhando para ver a bunda dela, mesmo. Quando ela viu ou sentiu que estava sendo vista, enfiou a mão atrás por dentro da calça para subi-la, só que a mão foi por baixo da calcinha e ela acabou MOSTRANDO a bunda. Sempre é uma visão bonita.
E depois no xerox tinha uma advogada com uma blusa preta transparente nas costas e sem sutiã. Fiquei observando as costas bonitas dela (costas bonitas são muito bonitas), as dobrinhas que faziam perto da cintura, ali onde a gente faz cosquinha, por causa da posição em que ela estava parada, no equilíbrio com as pernas. Depois ela trocou de perna e passou as dobrinhas para o outro lado. As mulheres que não usam sutiã devem ser homenageadas. Vi ela mais de perfil e percebi que dependendo do movimento que ela fazia com os braços a blusa ia para frente e dava para ver o início do seio dela.
Teve uma época que esse tipo de visão estava acontecendo MUITO comigo. Até projetei um blog para contar essas coisas, comecei mas está lá parado. Tenho muitas histórias para contar. Eu sou muito observador e tenho sorte com essas coisas. Tem gente que nem acredita. Ou eu reativo lá ou vou contando aqui.
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