"eu tenho medo da morte.
e tenho também medo do escuro e de ficar sozinha.
eu tenho medo de morrer sozinha no escuro.
mesmo sabendo que, como o escuro dá sentido ao claro, a morte dá sentido à vida.
eu tenho medo de descobrir algum sentido nesta vida.
.
no fundo talvez a nossa alma queira mesmo escapar das muralhas do corpo. e a arte é um buraco na parede que nos deixa espiar um pouco do outro lado. nos deixa voar um pouquinho." (Gabriela)
"A droga e a arte têm o mesmo efeito
Função, finalidade" (primeiros versos de uma letra de música minha)
"Parece extremamente improvável que a humanidade, de um modo geral, jamais seja capaz de passar sem paraísos artificiais. A maioria dos homens e mulheres leva uma vida tão sofredora em seus pontos baixos e tão monótona em suas eminências, tão pobre e limitada, que os desejos de fuga, os anseios para superar-se, ainda que por uns breves momentos, estão e têm estado sempre entre os principais apetites da alma. A arte e a religião, os carnavais e as saturnais, a dança e a apreciação da oratória, tudo isso tem servido, na frase de H. G. Wells, de portas na muralha." (HUXLEY, Aldous. As portas da percepção. 1954. 50 p.)
PS: Fiz um resumo de 3 páginas (link acima) desse ensaio, no qual estão selecionados os trechos mais interessantes (para mim). Em seguida eu vou fazer o mesmo com o outro ensaio contido no mesmo livro. Importantes, ambos, para quem pensa sobre sentido da vida, paraísos artificiais e transcendência.
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