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segunda-feira, 27 de julho de 2015

"A compaixão não tem relação alguma com a consecução. É espaçosa e muito generosa. Quando uma pessoa manifesta a verdadeira compaixão, não sabe se está sendo generosa para com os outros ou para consigo mesma, porque a compaixão é uma generosidade ambiental, sem direção, sem 'para mim' e sem 'para eles'; é cheia de alegria, de uma alegria que existe espontaneamente de uma alegria constante no sentido de confiança, no sentido de que a alegria contém uma enorme riqueza, um tesouro. Poderíamos dizer que a compaixão é a atitude final da riqueza: uma atitude contra a pobreza, uma guerra declarada à miséria. (...) A compaixão nos convida automaticamente a nos relacionarmos com pessoas, porque já não as vemos como um desgaste para nós. Elas recarregam a nossa energia porque, no processo de relacionamento com elas, reconhecemos nossa riqueza, nosso tesouro." (Chögyam Trungpa)

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