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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Pratique o desapego
Exerça o desapego descartando objetos, situações e hábitos e abra espaço para o novo
(Liana Alves/Vida Simples)


No livro Jogue Fora 50 Coisas, a americana Gail Blanke treina a prática do desapego de forma inteligente. Para começar, ela não facilita a contagem dos itens que devem ir embora: dezenas de livros contam como uma única coisa, assim como sapatos e maquiagens, por exemplo. (...) Para Deyan Sudjic, diretor do Museu de Design de Londres, entender o desejo de manter uma coisa pode acabar revelando motivos que talvez estivessem ocultos antes.

"Os objetos são o que usamos para nos definir e para sinalizar aos outros quem somos", afirma Sudjic. "Sapatos, automóveis ou a decoração da casa são elementos que empregamos para exteriorizar nossa personalidade, tanto quanto para ajudar a construí-la. É uma via de duas mãos", afirma a psicóloga Maria Cândida do Amaral.

O mestre espiritual Gurdjieff vem à tona. Ele fala que somos movidos pelas associações que damos às pessoas, situações e coisas. Colocamos etiquetas emocionais nelas e na verdade é a elas que somos ligados. Isto é, uma xícara não é só uma xícara, mas uma herança da tia Elza. Quanto mais identificação com essas associações, pior é. Segundo Gurdjieff, elas nos impedem de ver a realidade como ela é, onde as coisas são apenas coisas, sem valor intrínseco.

De acordo com Gurdjieff, desde que vista conscientemente, a associação não atrapalha mais. Quanto mais conseguirmos enxergar nossos condicionamentos e o nosso limitado modo de pensar, mais essa visão mostra nossa situação de inconsciência de nós mesmos. E, para ele, observar nossas atitudes é o que vale, pois é o ponto de partida da busca pela consciência.

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