Ninguém falou que seria fácil
Talvez um dia difícil!
"Desconstrução, brincadeiras, teatralidade, humor, trocas de personagens, bons atores, certa improvisação, episódios autônomos que se entrelaçam, diálogos curtos, vazios a serem preenchidos pelo público, uma certa “anarquia, sujeira e contaminação”. Me pergunto, por que? Infelizmente não saberei precisamente responder, mas não fui capturada e não fui capturada como espectadora. Algumas questões se organizam. Talvez pelo tempo excessivo, onde já entendemos o jogo e os desdobramentos das figuras apresentadas, mas o demasiado, nesse caso, aborrece e nos leva para outros lugares e espaços e fugimos do instante proposto na cena. Talvez pelo excessivo estar à vontade dos atores e estes a forjarem, de certa maneira, o não estarem em cena, pois sim, é teatro e por mais que queiram me fazer crer no acontecimento como momento presente e improvisacional, é da ordem da ficção, articulado e detalhadamente organizado. (...) Ou ainda porque quando se percebe que a trama está se resolvendo, há novos desdobramentos e se retoma a história da menina (Marina), agora adulta, perdida no início da peça e aí já estamos cansados de tantos jogos e inversões, recurso fartamente utilizado ao longo da narrativa. Também porque, o espetáculo, segundo críticas, foi concebido em espaço de arena, no qual, provavelmente, a relação de cumplicidade entre atores e público encharcaria a cena e a experiência de fato se potencializaria." (Jezebel de Carli)
Relendo agora, em 27/09/2011, para Angela Francisca, "respondo" em uma linha:
A estratégia da circularidade e a estratégia da saturação. Arte.
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
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