29 de abril:
Eu estava quase chorando de tristeza. Oito músicas instrumentais, somente duas cantadas pela Kim Gordon e nenhuma voz masculina, a não ser na suposta última faixa, 'massagem na história' ou algo que o valha, que aparece o Thurston Moore cantando... 'Diamond sea'. Pensei que a banda estava se despedindo. Resolvi pesquisar no Google para ver as opiniões sobre essa grande decepção. Pedi resultados somente do Brasil e caí no blog do Abonico R. Smith. O disco que vazou era falso, apenas para despistar. É Sonic Youth, mas nada comparável ao que virá, um disco de carreira. Eu sei.

4 comentários:
Pra quem tentou baixar no primeiro link (que não está mais disponível), tem aqui.
Doouglas, esse link que passei aparentemente não é o fake. Eu estou ouvindo e tem vocal em todas as músicas :D
Você não acha que seria um retorno às origens? Eu ouvi, realmente não está nada experimental, mas não perde mérito por isso -- pelo contrário, é um álbum com uma musicalidade impecável. É acessível ao público que não era fã de Sonic Youth. Talvez com esse álbum alguns novos ouvintes se aventurem no caminho das pedras e vão atrás do resto do trabalho dos caras.
PS: Eu mesmo não sou grande conhecedor do trabalho deles. Estou falando como mero ouvinte, não connoisseur. :)
É, talvez eu esteja comparando o Sonic Youth com o Sonic Youth, de modo que não consigo enxergar algo que não seja "pecado" na sonoridade desse disco. Mas eu o ouvi duas vezes, talvez a minha opinião ainda mude. Detestei 'Kid A' nas primeiras audições, mas aí é outra história. História justamente oposta, por essa questão de volta às origens. Não consigo me lembrar - nem encontrar no Google - quem escreveu: "Em arte, não existe volta às origens." Eu li isso uma vez, e isso me marcou, porque era um teórico dizendo, e eu sempre fui dessa opinião.
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