"Refém do próprio jogo . . . o que se dá é exatamente o contrário: na medida em que cresce feito um bolo hiperfermentado, Synecdoche vai perdendo aquele charme e contato real que tem no seu começo. E o disforme monstro que é o seu filme termina por engolir de vez esta estréia de Kaufman." (Eduardo Valente/Revista Cinética)
"Roteirista tenta a sorte como diretor e fracassa em obra desigual e indigesta . . . o resultado é confuso e indigesto, um misto de humor negro com matizes desbotadas e drama existencialista que joga fora o talento de ótimos atores encarnando personagens antipáticos e pelos quais ninguém vai se interessar. Tente outra vez, Charlie. Ou não." (Paulo Cavalcanti/Rolling Stone)
"O público é extremamente conservador." (Charles Watson)
Jesus, esse filme de estreia do Charlie Kaufman dirigindo o próprio roteiro é nota 10. Espantoso. Genial, como não poderia deixar de ser. Eduardo e Paulo ainda hão de se arrepender das críticas (preguiçosas, apressadas, ingênuas, talvez covardes) que escreveram. Ou não.

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